Debaixo de uma árvore envolta pelo vento, vou cantar o sonho.
O sonho da época em que andava sozinha procurando o trevo de quatro folhas.
Somente a solidão que piscava no fundo do peito iluminava o caminho
Sempre que cansava de esperar pela luz, somente isso iluminava o caminho
Te conheci, nos entedemos, dividimos cada noite
O que faz nós nos compreendermos não são palavras, e sim a solidão escondida dentro do peito de cada uma,esta boca que continuava a blefar, você acariciou carinhosamente
Enfim eu pude ser eu mesma.
A música que não era ouvida, a lágrima que rolava, o Céu e a Terra as acolhiam as pessoas são "sozinhas", eu sempre vivi acreditando nisso, até te conhecer
Do jeito que sou agora, sem coragem de amar alguém, escondendo a fraqueza tentei correr para longe, o suficiente para que não enxergasse o meu verdadeiro eu.
Recortei o azul de dentro da pintura, e tentei colar no meu céu quero muito mais azul, todos, igualmente, desejam isso
O sorriso não é para ser fabricado, é para transbordar das águas profundas do coração a gratidão não é para ser feita, é para surgir naturalmente
Não sei a partir de quando comecei a achar que deveria ser mais feliz que os outros
Comparando até as coisas que não eram comparáveis, coloquei uma corrente no meu corpo
Parece que ao longe fez a voz de choro da dor, por isso olhei pela lente somente as pessoas excepcionais eram amadas...
mas enfim posso ficar com você debaixo de uma grande árvore envolvida pelo vento
Quando você estiver adormecido, em sua macia pálpebra, vou depositar silenciosamente um beijo .
Nenhum comentário:
Postar um comentário